Eduardo Bueno descobre a América mais uma vez

Jornalista e escritor encarna personagens icônicos da história do Brasil no dia 21 de janeiro em Porto Alegre

Edição: Vitor Diel sobre texto da assessoria
Foto: Chico Lisboa

Depois de lotar teatros em São Paulo e Rio de Janeiro, Eduardo Bueno volta em cartaz numa versão intimista, retorna a Porto Alegre em única apresentação. Num espetáculo repleto de informação, diversão e sagacidade, Bueno reconta com graça e picardia a história do batismo da América, do descobrimento do Brasil e do próprio surgimento do nome “brasileiros” – tudo de uma forma como jamais nos contaram, nem contarão, na escola.

Nesta engenhosa mistura de peça teatral e stand up, Penhinha encarna Américo Vespúcio, Pero Vaz de Caminha e o primeiro grande corrupto nacional, Martim Afonso de Sousa, para contar uma história verdadeira, mas repleta de meias verdades e de mentiras deslavadas que ainda repercutem no nosso imaginário e seguem sendo repetidas nos livros escolares.

O espetáculo ocorre no dia 21 de janeiro, às 21h, no Espaço 373 (Rua Comendador Coruja,373 – Porto Alegre/RS).

Os ingressos devem ser adquiridos neste site.

Sobre o autor
Eduardo Bueno é escritor, jornalista, editor e tradutor. É o primeiro escritor, nos últimos 12 anos, a possuir três títulos na lista dos best-sellers dos principais jornais e revistas do país. Autor da coleção Terra Brasilis – sobre a história colonial do Brasil – , Eduardo Bueno se tornou o maior fenômeno editorial do país nos últimos anos. Juntos, os três títulos da coleção – Viagem do descobrimentoNáufragos, traficantes e degredados e Capitães do Brasil – venderam mais de 400 mil exemplares. Eduardo Bueno já teve antes outros sucessos editoriais: ele é o autor de Blá, Blá, Blá – A biografia autorizada dos Mamonas Assassinas (L&PM Editores), que vendeu mais de 100 mil exemplares.

Apoie Literatura RS

Ao apoiar mensalmente Literatura RS, você tem acesso a recompensas exclusivas e contribui com a cadeia produtiva do livro no Rio Grande do Sul.

Avatar de Literatura RS
Literatura RS

Deixe um comentário