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Deivison Campos: Todos os Maios

“Na perspectiva humanitária, ou como quer que o definam, o dia 14 de maio explica melhor o que aconteceu: abandono à própria sorte, com a perspectiva de que os descendentes de africanos deixassem de existir no Brasil em 100, ou 200 anos”

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Deivison Campos: Cancelado, morto, amordaçado, volta a incomodar

“Mário de Andrade manteve a negação do valor da obra de Lima Barreto, utilizando-a como um exemplo negativo de escrita mesmo passadas duas décadas de sua morte. Observa-se aqui que colocar negros contra negros na esfera pública a fim de deslegitimar a negritude não é uma invenção contemporânea do Big Brother”

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