Sarau da Clara Corleone tem reestreia na Livraria Paralelo 30

No dia 6 de abril, com Carolina Panta e Juliane Vicente

Edição: Vitor Diel sobre texto da assessoria
Arte: Giovani Urio

O Sarau da Clara Corleone está de volta e de casa nova. Depois de ter residido por longo período no bar Von Teese, o evento agora acontece no palco da Livraria Paralelo 30 (Rua Vieira de Castro, 48 – Bairro Farroupilha – Porto Alegre/RS) e a reestreia está marcada para quinta-feira, 6 de abril, às 19 horas. Esta edição terá a presença das escritoras Carolina Panta e Juliane Vicente com o tema “Esse sarau não é sobre o papel da mulher da literatura”, um deboche das três sobre serem convidadas inúmeras vezes para falar especificamente sobre o assunto. Durante o evento a anfitriã e as convidadas lerão suas passagens prediletas dos textos escolhidos por cada uma.

Os ingressos custam R$ 15.

O Sarau da Clara Corleone já recebeu as escritoras Martha Medeiros, Claudia Tajes e Luisa Geisler, as políticas Manuela D’Ávila e Fernanda Melchionna, os diretores de cinema Jorge Furtado, Ana Luiza Azevedo e Otto Guerra, os jornalistas Katia Suman, Carol Anchieta, Roger Lerina e Paulo Germano, as atrizes Mirna Spritzer, Maria Galant e Catharina Conte, entre outros.

Sobre as autoras
Clara Corleone nasceu em Porto Alegre. É atriz (formada pela UFRGS), escritora e professora de escrita criativa. Publicou o livro de crônicas O homem infelizmente tem que acabar (Zouk, 2019), que recebeu o prêmio Minuano de Literatura, do Instituto Estadual do Livro do Rio Grande do Sul. Mora em sua cidade natal, no bairro boêmio do Bom Fim, com duas cachorras, uma gata e um monte de livros. Porque era ela, porque era eu é o seu primeiro romance. Lançou, em 2022, Predadores, seu segundo romance publicado pela editora L&PM.

Carolina Panta nasceu em Porto Alegre e é professora de Língua Portuguesa e Literatura formada em Letras pela UFRGS. Editora da revista literária La Loba, é ativista em busca do protagonismo feminista na cultura. Tem na mulher seu tema principal de escrita, como em seu primeiro romance, Dois Nós. Olivetti Lettera 32, Editora Zouk, é seu segundo mergulho às profundezas da dor e do prazer de ser mulher. Com um terceiro livro em processo editorial, a autora é figura ativa da literatura feita em Porto Alegre.

Juliane Vicente é fIlha de Oyá e neta de Luiza. É multiartista, performer e cientista afrofuturista. Bailarina de folclore brasileiro no Grupo Andanças e bailarina na Cia La Negra. Venceu o VII Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica, Microconto de Ouro, 53º FEMUP, III Fale em Versos e Slam das Minas. Contemplada no Prêmio Trajetórias PMLL 2021 e Trajetórias Culturais Mestra Sirley Amaro. Foi finalista no Slam Conexões, Slam do Gozo, Slam Chamego, III Cuéntame un cuento e semifinalista do IV e V Prêmio Aberst de Literatura. É Mestre em Comunicação e Especialista em Teoria e Prática na Formação do Leitor. Como Doutoranda em Comunicação (PUCRS) e produtora cultural, pesquisa a indústria criativa com investigações sobre os processos de criação artística e transmidialidade. É criadora do projeto Pampa Bizarro.

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