Poemas fracionados por Mara Reichert

Atenta às diversas falas do mundo, Mara Reichert oferece poemas que dizem muito sobre mulheres, lugares, tempos e cultura contemporânea em Fractais no café (Libretos, 156 páginas). Em seu livro de estreia, a escritora sugere um paralelo entre poesia e fractais, mínimas partes iguais ao todo, com suas bordas infinitas, limites permeáveis e geometrias similares.

A professora e poeta Maria do Carmo Campos observa a sensível composição da obra. “A subjetividade da autora vislumbra uma realidade fracionada com lucidez e frescor combinados. As palavras, tais folhas da natureza, são movidas como quem mistura axiomas com receitas de cozinha ou jardinagem. Se a poesia é bailarina, a autora pinta mapas, lida com quereres, viaja dos mitos à tecnologia”, destaca.

Ávida por livros, Mara Reichert não teme palavras. Indagada sobre seu processo de escrita, a autora evoca a força criativa da natureza: “A inspiração se joga em cima da gente e parece brotar como um cogumelo depois da chuva”, revela. Começa, então, um poema e o tempo é aliado no entalhe dos versos.

Fractais no café tem lançamento no dia 25 de junho, terça-feira, a partir das 18h, na PocketStore (Rua Félix da Cunha, 1167, Porto Alegre/RS).

Sobre a autora
Nasceu no Rio Grande do Sul, em 1951. Mudou-se, com 20 anos, para São Paulo. Desde os 18, escreve. Considera-se mais leitora do que escritora. Fractais no café é seu primeiro livro.

Fractais no café
Poesia
Mara Reichert
156 pp.
13,5 cm x 21 cm
978-85-5549-044-6
R$ 30
Libretos

Da assessoria

Literatura RS

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