Por um resgate poético

Eduardo Jablonski analisa a poesia de Celso Gutfreind em lançamento pela Bestiário

Edição: Vitor Diel sobre texto da assessoria
Arte: Giovani Urio sobre divulgação

A poesia de Celso Gutfreind é uma promessa que se cumpriu, desde o longínquo 1988, quando venceu o primeiro concurso de poesia, com A gema e o amarelo. De lá para cá, o autor conquistou mais posições de destaque no meio impresso, com um jeito bem particular de fazer poesia. Por exemplo, sua linguagem é coloquial dos jovens porto-alegrenses mais ou menos dos anos de 1980. Claro que a data de hoje é 2022, mas o poeta utiliza a variação de linguagem daquela época. Sua poesia parece demarcar as etapas da sua existência.

Como um T.S. Eliot, usou da palavra a fim de pensar sobre a vida, porém sempre com humildade e interesse pelo outro, pelo convívio, pelo compartilhamento de situações em grupo. A poesia de Celso Gutfreind muitas vezes se assemelha ao miniconto. Relata uma história e, no final, como se fosse “um fechamento de ouro” dos sonetos antigos, abre espaço e convida o leitor a refletir.

No ensaio Celso Gutfreind, um poeta para o outro, Eduardo Jablonski debruça-se sobre a obra poética do psicanalista gaúcho e ilumina os espaços entre palavras e versos construídos em mais de trinta anos. A obra é uma publicação da Editora Bestiário.

Sobre o autor
Eduardo Jablonski nasceu no dia 2 de agosto de 1969, em Porto Alegre, mas reside em Santo Antônio da Patrulha desde 2003. É mestre em Literatura Brasileira (UFRGS) e especialista em Inglês e Ética (ambos pelo Unilasalle), Gestão Financeira e Docência de Ensino Superior e Profissional (ambos pelas Faculdades QI), Ensino de Filosofia e Artes (ambos pela Ufpel) e Espaços e Possibilidades para a Educação Continuada (IFSUL); é graduado em Letras Inglês (Unilasalle), em Filosofia e Letras Espanhol. Participou de 67 antologias e publicou 22 livros individuais. Escreveu para Zero Hora, Jornal do Comércio, Correio do Povo, NH, VS, ABC Domingo, Diário de Canoas, Exclusivo, Radar, O Timoneiro, La Stampa, A Razão, Correio de Gravataí, Diário de Cachoeirinha, Correio de Viamão e Gazeta do Sul.

Celso Gutfreind, um poeta para o outro
Eduardo Jablonski
112 p.
Editora Bestiário
R$ 42
Compre aqui (link externo)

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