Quando os contos vão ao cinema

Casamundi e Gustavo Melo Czekster oferecem curso sobre narrativas curtas que inspiraram filmes

Edição: Vitor Diel sobre texto da assessoria
Arte: Giovani Urio

Entre todas as artes, é possível que a literatura seja aquela que mais inspire o cinema. Não são poucas as grandes histórias que viraram filmes, permitindo associar imagens, sons, cores, luzes e novas possibilidades de interpretação às palavras contidas em uma narrativa. Ao contrário da famosa frase, “o livro é sempre melhor que o filme”, aqui se estabelece uma relação dupla: assim como muitos livros precisam sofrer adaptações para os limites do cinema, vários filmes igualmente acabam ampliando a visão presente na obra literária.

No curso Quando os contos vão ao cinema, Gustavo Melo Czekster apresenta uma série de narrativas curtas que deram origem ou inspiraram obras cinematográficas. A proposta da atividade é fugir da análise técnica, mas como o leitor e espectador pode concentrar-se nos temas tratados na fricção entre imagem e palavra e abrindo o debate em busca do que temos de mais humano.

A atividade ocorre de 9 de fevereiro a 23 de março em ambiente online. As inscrições custam R$ 290 e devem ser feitas neste site (link externo), onde está disponível também o programa completo do curso e referências literárias.

Sobre o professor
Gustavo Melo Czekster é advogado, formado em Direito pela PUC-RS, mestre em Letras (Literatura Comparada) pela UFRGS e doutor em Escrita Criativa pela PUC-RS. É palestrante na área de Literatura e ministrante de oficinas. É escritor, autor de dois livros de contos: O homem despedaçado (Dublinense, 2013) e Não há amanhã (Zouk, 2017). Com o segundo livro, foi vencedor do prêmio Açorianos 2017 (categoria Contos), do prêmio AGES de Literatura (categoria Contos e categoria Livro do Ano) e do prêmio Minuano de Literatura (categoria Contos), tendo sido finalista do Prêmio Jabuti 2018 (categoria Contos). Em 2021, lançou o livro A nota amarela, seguida de ‘Sobre a escrita – um ensaio à moda de Montaigne’, também pela Zouk.

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