O poema e o nosso tempo

Edição: Vitor Diel com texto da assessoria
Arte: Giovani Urio sobre foto de divulgação

“Ah Mallarmé/ a poesia resiste/ se a tv não te vê/ o cibercéu te assiste/ em quick time e flv/ já pairas sobre os sub/ tudo existe/ para acabar em youtube”. É a partir deste poema de Augusto de Campos que as poetas gaúchas Fernanda Bastos e Marília Floôr Kosby, e a baiana Kátia Borges, se reúnem em uma live intitulada Tudo existe é para acabar no youtube sobre falar, pensar e escrever poesia no mundo contemporâneo. A atividade integra a programação do Poemarço – festa de poesia, evento que celebra a arte poética em uma diversidade de linguagens entre os dias 10 e 14 de março, com lives temáticas que reúnem poetas de todo o Brasil.

A mesa com Fernanda e Marília ocorre no dia 11, às 19h, no instagram @poemarco_afesta, no Facebook /poemarcofestadepoesia e no YouTube (link externo). A atividade terá mediação de Milena Britto.

Sobre as participantes
Fernanda Bastos é jornalista e escritora. É editora-geral da Figura de Linguagem e também servidora pública estadual. Mestranda em Comunicação e Informação (Fabico), é formada em Letras (Ufrgs). É autora de Dessa Cor e Eu vou piorar (Figura de Linguagem, 2018 e 2020).

Kátia Borges é escritora e jornalista, além de mestre e doutora em Literatura e Cultura pelo Instituto de Letras da UFBA. Publicou os livros de poesia: De volta à caixa de abelhas (2002), Uma Balada para Janis (2010), Ticket Zen (2011), São Selvagem (2014), Escorpião Amarelo (2012) e O exercício da Distração (2017). Seus poemas foram publicados nas coletâneas Sete Cantares de Amigos, Concerto Lírico para 15 vozes, Roteiro da Poesia Brasileira – Anos 2000, Traversée d’Océans – Voix poétiques de Bretagne et de Bahia, edição bilíngue organizada por Dominique Stoenesco, Autores Baianos Um Panorama (2013), edição trilíngue lançada durante a Feira do Livro de Frankfurt, e na Mini-Anthology of Brazilian Poetry (2013), publicada nos Estados Unidos e México.

Marília Floôr Kosby nasceu em 1984, no extremíssimo sul do Brasil. É autora dos livros Os baobás do fim do mundo (Editora Novitas, 2011, poesia), Nós cultuamos todas as doçuras (Editora Escola de Poesia, 2015, ensaio de antropologia) e Mugido (Coletivo Garupa, 2017, poesia – Finalista do Prêmio Jabuti [até o momento]), dentre outros. Inventou e pôs no mundo a experiência Buscando a letra xucra: iniciação em poesia desgarrada.

Milena Britto é professora da Universidade Federal da Bahia e possui doutorado em Literatura e Cultura Brasileira. Além da carreira acadêmica, tem atuação em políticas públicas para a área de literatura, tendo sido consultora da UNESCO/MinC/FUNARTE, e gestora de literatura da Fundação Cultural do Estado da Bahia de 2011 a 2015. É curadora de literatura e uma das coordenadoras editoriais do selo Paralelo 13S.

Apoie Literatura RS

Ao apoiar mensalmente Literatura RS, você tem acesso a recompensas exclusivas e contribui com a cadeia produtiva do livro no Rio Grande do Sul.

Literatura RS

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s