Sarau das Minas completa quatro anos como frente de luta literário-feminista

Com a proposta de promover a literatura de autoria de mulheres, evento segue vivo e forte em modo online

Edição: Vitor Diel sobre texto do site sintrajufe.org.br
Arte: Giovani Urio sobre reprodução

Neste final de semana, ocorre mais uma edição do Sarau das Minas – desta vez, em uma ocasião especial: quatro anos de um evento que nasceu com a proposta de promover a escrita de mulheres ao mobilizar autoras e leitoras em torno de textos e leituras coletivas. “Cansadas dos contos de homens brancos hétero burgueses, nosso objetivo sempre foi divulgar literatura de autoria de mulheres e dissidências”, explica mariam pessah, escritora e organizadora do Sarau das Minas.

Desde o inverno de 2017, o sarau já ocorreu num café vegano, nas livrarias Baleia e Taverna, no Fora da Asa e, com a chegada da pandemia, pelo Zoom. “São quatro ininterruptos anos. No mínimo, um sarau por mês, mas às vezes os encontros aconteciam semanalmente, ou, como agora, a cada três semanas. Passaram muitas autoras e leitoras por aqui. Ou também poderíamos dizer: um milhar de mulheres e não bináries”, conta mariam. Neste tempo, especialmente após a modalidade online, o sarau já contou com a participação de mulheres de outros estados e países, além de ter ocorrido em uma periodicidade flexível: no mínimo, uma vez por mês; às vezes semanalmente, agora, a cada três semanas. “O sarau é assim, uma traz uma autora que nos lembra de outra, nos faz conhecer uma terceira e já estamos amando a quarta. O Sarau das Minas é pluralidade”, completa a organizadora.

A fim de celebrar essa história, o evento convida as participantes e interessadas para um encontro neste sábado, 3 de julho, a partir das 19h, via Zoom. O ID da reunião é 831 3178 0319 e a senha de acesso é 930203. O link de acesso à sala está disponível aqui (link externo).

Siga o Sarau das Minas no Facebook.com/sarau.das.minas.Porto.Alegre ou pelo instagram @saraudasminas.

“Nosso modo de viver a literatura é ao som das descobertas. É a releitura das vivências. É resistência e ação em coletiva”, diz mariam.

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