Luiz Antonio de Assis Brasil tem romance publicado na França

Edição francesa de O Pintor de Retratos é lançada pela l’Harmattan

Edição: Vitor Diel
Arte: Giovani Urio

Publicado originalmente em 2001 pela L&PM, O Pintor de Retratos, de Luiz Antonio de Assis Brasil, ganha agora uma edição francesa pela Éditions l’Harmattan com tradução de Pierre-Yves Maillard. O romance conta a história de Sandro Lanari, um pintor de retratos nascido na Itália. Sua vida se transforma no dia em que vê, numa vitrine em Paris, a foto da jovem Sarah Bernhardt, a que seria grande diva do teatro internacional. Fascinado pelo retrato, procura pelo seu autor, Nadar, e faz-se fotografar por ele. O resultado desconcertante conduz Lanari a declarar guerra a todos os fotógrafos do mundo. Emigra para o Brasil, onde sobrevive como pintor de retratos até que, por uma circunstância ao mesmo tempo trágica e fortuita, torna-se também ele fotógrafo. Participa, sempre como coadjuvante, de revoluções pelo pampa, vagueia pelo interior do Rio Grande do Sul, abandona a pintura, prospera como fotógrafo em Porto Alegre e finalmente retorna à Europa, onde o aguarda seu passado — e Nadar.

Reprodução

Este é o segundo romance de Assis Brasil publicado pela casa editorial parisiense. Em 2003, a l’Harmattan traduziu O Homem Amoroso.

Sobre o autor
Luiz Antonio de Assis Brasil tem mais de 20 romances publicados desde 1976, no Brasil, Portugal, França e Espanha. Quatro de seus livros foram adaptados para o cinema. Desde 1985, mantém a mais antiga oficina de criação literário do Brasil, o que deu origem aos inéditos cursos de Graduação, Mestrado e Doutorado em Escrita Criativa, na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Por lá passaram mais de 300 escritores, muitos deles reconhecidos e premiados. Recebeu os seguintes prêmios: Prêmio Machado de Assis, da Biblioteca Nacional, por O Pintor de Retratos; Prêmio Literário Nacional, do Instituto Nacional do Livro, por Cães da Província; Prêmio Portugal Telecom, por A Margem Imóvel do Rio; Prêmio Jabuti, menção honrosa, por A Margem Imóvel do Rio; e Prêmio Erico Verissimo, pelo conjunto da obra. Foi secretário de Cultura do Rio Grande do Sul de 2011 a 2014.

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