EXCLUSIVO | “A alegoria estruturada por Silvina Ocampo com doses de fina ironia, crítica e pitadas do fantástico remete às fórmulas tão antigas quanto eficientes de governos autoritários”
“Sabe-se que a escrita e a leitura passam pelo corpo, pela sua disponibilidade, ou não, de dar vida à palavra, pelo desconforto, pela excitação, pelo cansaço, pela cor da pele”